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Uma Otimista Incurável

Acredito nas pessoas. Acredito no altruísmo. Não tolero injustiças. Tornando-me assim uma sonhadora - Uma Otimista Incurável.

Uma Otimista Incurável

Acredito nas pessoas. Acredito no altruísmo. Não tolero injustiças. Tornando-me assim uma sonhadora - Uma Otimista Incurável.

Não posso estar muito tempo longe

Adoro o mar,

o barulho das ondas,

andar descalça na praia

sentir a areia nos pés,

não nas mãos.


Gosto da praia no inverno.


Gosto de o ouvir,


da sua calma,

 

da sua mudança,

da sua renovação,

 

da sua simplicidade,

 

da sua solidão,

das suas conversas,

 

da sua superioridade,

 

do seu aroma, 

 

da suas cores.

 

Da sua liberdade.

 

Gosto de o pintar.

 

 

Vera Rios

Más escolhas???!!!!

Tu, és como um vício, 


Eu tento me afastar,

Te deixar,  mas ... 

O meu corpo grita por ti.


Eu tento me afastar,

Te deixar viver. mas ... 

... ...


Te deixar viver com quem escolhestes,

... para que sejas feliz como mereces,


Eu tento me afastar,

Te deixar,  mas ... 

as saudades matam me aos poucos


que saudades que eu tenho de te ter nos meus braços...



VERA RIOS

Um Momento ... ... "Eterno" !!!?!!

Alice fazia esta travessia todas as semanas, ao Domingo, e ... dava a sensação de castigava-se a si própria por escolher estar só.


Domingo era o dia em que famílias inteiras, ou mesmo até casais, passeavam neste barco.


Eram esses casais que olhavam para ela com desprezo, até de certa forma um desprezo arrogante, com desdém. Pelo menos era isso que ela pensava e sentia ... uma enorme falta de afetos... 


Certo Domingo, no barco, onde Alice viajava,  estava carregado de gente. Sentou-se ao lado dela um homem, um homem de meia idade, um homem de aparência rude mas ... ... atraente. 


Ele olho-a, de uma forma diferente das outras pessoas do barco, ... um olhar penetrante, desejo-a com o olhar, pelo menos foi o que ela sentiu ... como se uma uma mão invisível lhe percorresse todo o corpo...  sentiu um calor... um fogo dentro dela... nunca se tinha sentido assim antes... naquele barco... 


No fim da viagem toca-lhe no ombro o velejador e diz: - "Menina chegamos ao destino".

 

VERA RIOS

Até quando?

Até quando esperar?
 
Quanto tempo mais? 
 
Até quando só pudermos passear de mão dada? Sem as mãos poderem percorrer o corpo.
 
Até quando só fores apenas ver os castelos em ruínas? E não quando deveriamos pôr pedra sobre pedra.
 
Até quando só fores ver o pôr-do-sol?
 
Até quando só fores ver o céu?
 
...  a lua? ... as estrelas? E não quando na terra é que preciso vivermos.
 
 
O tempo passa... tudo muda. Olhamos para trás e pensamos "vivemos?" "será que vivemos efetivamente?" 
 
Não sei... será que vale a pena esperar? 

 

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